Carolina Arzillo, da equipe de Direito Bancário e Meios de Pagamento do escritório /asbz, considera que o principal trunfo dos golpistas não decorre de falhas sistêmicas, mas de táticas de engenharia social que induzem a vítima ao erro: o uso de linguagem jurídica e de pressão psicológica para convencer a vítima a fazer pagamentos com urgência.
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